retornando ao céu.
aos poucos.


seguro a barra da saia como quem quer abarcar o mundo com
um retalho de pano.
faço o meu mal-me-quer para despetalar rosas
perdidas no meio do caminho.
o que sobra, o bolso amarelo, no meio do peito, guarda.
depois, procuro o meu lugar no meio do jardim
para colocar as sementes que desejo colher mais adiante.
